A Mesa da Fé #Episódio 3

No nosso terceiro episódio, dando continuidade à mesma mensagem e trabalhando o mesmo contexto, estamos em Hebreus 6, a partir do versículo 13. Estamos refletindo sobre as características de Deus, o seu comportamento em movimento, a sua fala, o seu convite a Abraão e também sobre como Abraão se posicionou para viver uma vida bem-sucedida. A pergunta que nos acompanha é: como aplicamos isso ao nosso dia a dia? Como podemos aprender, praticar e manter esses princípios vivos e ativos em nossa rotina?

Já caminhamos pelos versículos anteriores e agora avançamos para concluir o contexto que estamos estudando. O texto diz que Deus, querendo mostrar de forma ainda mais clara aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, interpôs-se com juramento. Ou seja, Ele mesmo se colocou como garantia entre o propósito e aqueles que foram convidados a participar dele.

Em seguida, lemos que há duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta. Isso nos traz forte alento. Nós, que já corremos para o refúgio, precisamos permanecer inseridos nesse descanso. Deus é o nosso descanso, o nosso esconderijo, a nossa sombra de convicção e confiança. Corremos em direção a esse refúgio e, uma vez posicionados na Palavra, percebemos que Deus, como garantia divina, nos toma pela mão e nos conduz por um caminho de produtividade e realização.

Mesmo que os nossos olhos ainda não tenham visto, não devemos desistir, desanimar ou retroceder. Deus não tem prazer nos que retrocedem. Devemos permanecer, perseverar e correr em direção ao alvo. Para isso, exercemos paciência. A fé, como fruto do Espírito, envolve completamente nossos passos e nossa vida.

Ao corrermos para o refúgio, lançamos mão da esperança proposta. Essa esperança é expectativa viva, chama acesa, certeza de que aquilo que Deus disse vai acontecer. Fé e esperança caminham juntas. Se não projetamos nada, se não sonhamos, a fé não é ativada. Mas quando sabemos que o que Deus falou se cumprirá, a fé permanece viva dentro de nós, apropriando-se daquilo que esperamos. A fé é a certeza do que se espera e a convicção do que não se vê. Se nada esperamos, nada cremos. Mas quando mantemos expectativa em movimento, a fé se ativa e traz à existência aquilo que os olhos ainda não viram.

Não vivemos pelo que vemos, mas pelo que ouvimos da parte de Deus. E para termos certeza de que é Deus quem fala, precisamos nos expor à sua Palavra.

A esperança se torna a âncora da alma: segura e firme. Depois de nos refugiarmos em Deus e compreendermos que Ele não muda, entendemos que o seu propósito ao nosso respeito também não muda. Em dias de dúvida, quando pensamentos contrários surgem, precisamos nos firmar na Palavra. Deus não muda, e o seu propósito permanece.

Quando anotamos aquilo que ouvimos, envolvemos nossa própria personalidade no que estamos recebendo. Escrever é uma forma de assumir, de internalizar, de declarar: “É isso que vai acontecer.” É fé em movimento.

Devemos nos refugiar em Deus, permanecer n’Ele, sabendo que Ele é a garantia de que sua Palavra não muda e de que seu propósito é imutável. Quando Deus libera uma palavra, é isso que acontecerá. Fomos projetados para uma vida frutífera, produtiva e próspera. Mesmo que os olhos ainda não vejam, se Deus disse e você reconheceu a sua voz, vai se manifestar.

A esperança é âncora da alma e penetra além do véu. Aquilo que estabelecemos na terra, por convicção, acessa o céu. Além do véu está o trono da graça. O que decidimos crer de coração é estabelecido. Mantemos firme a esperança, porque ao esperar algo, ativamos a fé.

O texto também declara que Jesus entrou por nós como precursor, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. A nossa âncora está além do véu. É de lá que flui o governo da nossa vida. Não somos governados por este sistema, mas pelos céus. É desse lugar que tudo procede.

Deus Pai e Deus Filho estão envolvidos no cumprimento do propósito sobre nós. O Espírito Santo testifica dessas verdades dentro de nós, confirmando o que ouvimos. Aquilo que faz sentido no seu coração não é apenas lógica humana, mas o Espírito confirmando a verdade.

Eles estão comprometidos com uma vida produtiva, cheia de benefícios, convicção e certeza. Ao longo dessa jornada, a dúvida vai perdendo espaço, a ansiedade vai sendo dissipada. Andar em convicção é mais leve do que viver em dúvida. Duvidar desgasta, traz medo, inquietação e frustração. Crer fortalece, acelera, traz paz.

Abrace essa mensagem como verdade sobre a sua vida. Confie no propósito de Deus. Ele não falhará. Que possamos continuar crescendo juntos no conhecimento da Palavra revelada, firmes na esperança e ativos na fé.

No nosso terceiro episódio, dando continuidade à mesma mensagem e trabalhando o mesmo contexto, estamos em Hebreus 6, a partir do versículo 13. Estamos refletindo sobre as características de Deus, o seu comportamento em movimento, a sua fala, o seu convite a Abraão e também sobre como Abraão se posicionou para viver uma vida bem-sucedida. A pergunta que nos acompanha é: como aplicamos isso ao nosso dia a dia? Como podemos aprender, praticar e manter esses princípios vivos e ativos em nossa rotina?

Já caminhamos pelos versículos anteriores e agora avançamos para concluir o contexto que estamos estudando. O texto diz que Deus, querendo mostrar de forma ainda mais clara aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, interpôs-se com juramento. Ou seja, Ele mesmo se colocou como garantia entre o propósito e aqueles que foram convidados a participar dele.

Em seguida, lemos que há duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta. Isso nos traz forte alento. Nós, que já corremos para o refúgio, precisamos permanecer inseridos nesse descanso. Deus é o nosso descanso, o nosso esconderijo, a nossa sombra de convicção e confiança. Corremos em direção a esse refúgio e, uma vez posicionados na Palavra, percebemos que Deus, como garantia divina, nos toma pela mão e nos conduz por um caminho de produtividade e realização.

Mesmo que os nossos olhos ainda não tenham visto, não devemos desistir, desanimar ou retroceder. Deus não tem prazer nos que retrocedem. Devemos permanecer, perseverar e correr em direção ao alvo. Para isso, exercemos paciência. A fé, como fruto do Espírito, envolve completamente nossos passos e nossa vida.

Ao corrermos para o refúgio, lançamos mão da esperança proposta. Essa esperança é expectativa viva, chama acesa, certeza de que aquilo que Deus disse vai acontecer. Fé e esperança caminham juntas. Se não projetamos nada, se não sonhamos, a fé não é ativada. Mas quando sabemos que o que Deus falou se cumprirá, a fé permanece viva dentro de nós, apropriando-se daquilo que esperamos. A fé é a certeza do que se espera e a convicção do que não se vê. Se nada esperamos, nada cremos. Mas quando mantemos expectativa em movimento, a fé se ativa e traz à existência aquilo que os olhos ainda não viram.

Não vivemos pelo que vemos, mas pelo que ouvimos da parte de Deus. E para termos certeza de que é Deus quem fala, precisamos nos expor à sua Palavra.

A esperança se torna a âncora da alma: segura e firme. Depois de nos refugiarmos em Deus e compreendermos que Ele não muda, entendemos que o seu propósito ao nosso respeito também não muda. Em dias de dúvida, quando pensamentos contrários surgem, precisamos nos firmar na Palavra. Deus não muda, e o seu propósito permanece.

Quando anotamos aquilo que ouvimos, envolvemos nossa própria personalidade no que estamos recebendo. Escrever é uma forma de assumir, de internalizar, de declarar: “É isso que vai acontecer.” É fé em movimento.

Devemos nos refugiar em Deus, permanecer n’Ele, sabendo que Ele é a garantia de que sua Palavra não muda e de que seu propósito é imutável. Quando Deus libera uma palavra, é isso que acontecerá. Fomos projetados para uma vida frutífera, produtiva e próspera. Mesmo que os olhos ainda não vejam, se Deus disse e você reconheceu a sua voz, vai se manifestar.

A esperança é âncora da alma e penetra além do véu. Aquilo que estabelecemos na terra, por convicção, acessa o céu. Além do véu está o trono da graça. O que decidimos crer de coração é estabelecido. Mantemos firme a esperança, porque ao esperar algo, ativamos a fé.

O texto também declara que Jesus entrou por nós como precursor, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. A nossa âncora está além do véu. É de lá que flui o governo da nossa vida. Não somos governados por este sistema, mas pelos céus. É desse lugar que tudo procede.

Deus Pai e Deus Filho estão envolvidos no cumprimento do propósito sobre nós. O Espírito Santo testifica dessas verdades dentro de nós, confirmando o que ouvimos. Aquilo que faz sentido no seu coração não é apenas lógica humana, mas o Espírito confirmando a verdade.

Eles estão comprometidos com uma vida produtiva, cheia de benefícios, convicção e certeza. Ao longo dessa jornada, a dúvida vai perdendo espaço, a ansiedade vai sendo dissipada. Andar em convicção é mais leve do que viver em dúvida. Duvidar desgasta, traz medo, inquietação e frustração. Crer fortalece, acelera, traz paz.

Abrace essa mensagem como verdade sobre a sua vida. Confie no propósito de Deus. Ele não falhará. Que possamos continuar crescendo juntos no conhecimento da Palavra revelada, firmes na esperança e ativos na fé.

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