Ministério Prático

Nascemos por causa de um propósito. Vivemos nesta terra para anunciar que Deus, antes de chegarmos aqui, já tinha projetado a nossa vida. A vida cristã precisa estar possuída da consciência de que não estamos aqui por acaso. Quando nascemos, Deus já tinha tudo pronto a nosso respeito. Só você pode impedir ou abortar os planos de Deus para a sua vida. Deus respeita o seu direito de escolha. Você é um ministro da nova aliança. Foi chamado para ministrar ao Senhor, para ministrar às pessoas, para ministrar à sua própria vida. O chamado é para o corpo de Cristo, para a igreja e para o mundo. Aquilo que Deus fizer através de você é porque Ele fez primeiro em você. Durante muito tempo as pessoas pensavam que ministros eram somente aqueles que pregavam a Palavra. Você é ministro da Nova Aliança.

2Co 3:1-6: “Começamos, porventura, outra vez a recomendar-nos a nós mesmos? Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós outros ou de vós? Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens, estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações. E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus, o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.”

Paulo está dizendo: “será que vocês se acostumaram com currículo? Um papel vai definir um ofício ou chamado? Não comigo. Vocês são fruto do meu trabalho em Deus”. Começamos assim a perceber alguém autorizado por Deus. As pessoas estão credenciando sua vida com Deus por conta de um contato natural. Não, não… O quanto que Deus está aprovando a nossa história? Somos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito. Esse entendimento vai encurtar a distância do que falamos para o que praticamos. O que sai de nossa boca é consequência do que vivemos. Somos ministros de uma nova aliança.

2Co 3:4: “E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus;”

Eu me tornei ministro por causa do que Cristo fez em mim. O que eu faço é consequência do que Cristo fez em mim. É por intermédio de Cristo.

2Co 3:5: “Não que nos consideremos capazes de fazer qualquer coisa por conta própria; nossa capacitação vem de Deus.”

Eu sou ministro de uma nova aliança. O mais importante é o acesso à intimidade com Deus. Uma pergunta: me relaciono com Deus com o que faço (serviço)? Deus se relaciona comigo de Pai para filho. Minha capacitação vem de Deus. O evangelho veio para aquele que pensa: “não é para mim”. O que é um ministro na Nova Aliança? Eu sou qualificado, capacitado, habilitado por Deus: um ministro da nova aliança.

2Co 5:17-18: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas. Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação,”

Ele nos deu o ministério da reconciliação. O amor que me alcançou precisa alcançar outras pessoas. Eu amo o próximo porque o amor Dele habita em mim.

2Co 3:7-9: “E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito! Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.”

A ordem é: se mova no ministério da reconciliação.

Ministro: diakonos – um servo, alguém que executa os pedidos de outro.

Fp 2:5-8: “Tenham a mesma atitude demonstrada por Cristo Jesus. Embora sendo Deus, não considerou que ser igual a Deus fosse algo a que devesse se apegar. Em vez disso, esvaziou a si mesmo; assumiu a posição de escravo e nasceu como ser humano. Quando veio em forma humana, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz.”

Fp 2:7: “antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,”

Assumindo a forma de servo – sou eu quem assume a condição de serviço e servir. O coração precisa estar sentado na humildade, no servir. Preciso me envolver na forma de servo, preciso assumir essa identidade. Alguém que se envolve no serviço só para apontar o erro dos outros está andando em justiça própria.

Deus não se move conosco pela performance. É fundamental assumir a forma de servo. Nossa suficiência e capacidade vêm de Deus.

2Pe 1:1: “Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo,”

Tg 1:1: “Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos que se encontram na Dispersão, saudações.”

Jd 1:1: “Judas, servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago, aos chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo,”

Rm 1:1: “Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus,”

O fundamento desse assunto está em Efésios 4:11.

Ef 4:11-13: “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo,”

Ef 4:14: “para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.”

Os cinco dons ministeriais não são para todo mundo, mas o ministério da reconciliação é. Os cinco dons ministeriais são para o corpo de Cristo e o ministério da reconciliação é para o mundo.

1Co 12:28: “A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.”

Jesus concedeu dons ministeriais e Deus os estabeleceu. Uma coisa é Jesus conceder, outra é Deus estabelecer, e o processo é o serviço, ser servo. Receber o dom e ser estabelecido na igreja tem um processo. Nós fomos chamados para glorificar ao Senhor.

Jo 17:4: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer;”

Um alguém possuído pelo propósito é alguém que quer estar no lugar o qual Deus o confiou.

Rm 1:1: “Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus,”

Estrutura: servo, chamado e separado. Durante 14 anos Paulo ficou escondido após sua experiência com o Senhor. Ele ficou aos pés de uma renovação de mentalidade. Se eu não acreditar no que Deus tem para mim, ninguém vai acreditar. Para ser separado, tem uma jornada, tem uma história.

Gn 30:25: “Tendo Raquel dado à luz a José, disse Jacó a Labão: Permite-me que eu volte ao meu lugar e à minha terra.”

Jacó estava servindo a Labão.

Gn 30:26: “Dá-me meus filhos e as mulheres, pelas quais eu te servi, e partirei; pois tu sabes quanto e de que maneira te servi.”

Existe o quanto e o como no servir.

Gn 30:27: “Labão lhe respondeu: Ache eu mercê diante de ti; fica comigo. Tenho experimentado que o SENHOR me abençoou por amor de ti.”

Está preparado para não ser o único a não levar o crédito?

Gn 30:28: “E disse ainda: Fixa o teu salário, que te pagarei.”

Será que estamos servindo por causa de um salário? O que te prende é o salário? Não se pode permanecer no local em que o seu coração não está mais conectado por causa de um salário. Olhe a proposta de Labão: “ei, quanto você vale?”. A motivação de Labão era a fama e estava usando de sua riqueza para comprar o propósito.

Gn 30:29-30: “Disse-lhe Jacó: Tu sabes como te venho servindo e como cuidei do teu gado. Porque o pouco que tinhas antes da minha vinda foi aumentado grandemente;

e o SENHOR te abençoou por meu trabalho. Agora, pois, quando hei de eu trabalhar também por minha casa?”

Gn 30:31-32: “Então, Labão lhe perguntou: Que te darei? Respondeu Jacó: Nada me darás; tornarei a apascentar e a guardar o teu rebanho, se me fizeres isto: Passarei hoje por todo o teu rebanho, separando dele os salpicados e malhados, e todos os negros entre os cordeiros, e o que é malhado e salpicado entre as cabras; será isto o meu salário.”

Percebe a proposta que Jacó está fazendo? Eu vou cuidar do seu rebanho para ter tempo de achar outra pessoa. Só vou ficar com os listrados. Quem conhece a estrutura pensa que a probabilidade de sair um listrado era quase mínima.

Jacó sabia o quanto ele tinha produzido com o coração correto para impulsionar a riqueza do outro. Jacó achou um meio de viver o pastoreio livre: crendo no sobrenatural. Jacó pega a vara verde e começa a descascar até encontrar a brancura. Ele trazia os animais e esses visualizavam as varas. Os que iriam nascer seriam segundo a visão. Assim começam a nascer animais listrados. Quem está disposto a ser descascado até ver a brancura, da maneira correta, com o coração no lugar? Existem pessoas que vão pastorear pela estratégia, outros pela inspiração. O processo é básico para todos: serviço, coração ensinável e guardado. Quando Jacó começa a descascar as varas, ele espera que possam refletir a vontade de Deus.

Gn 30:33-34: “Assim, responderá por mim a minha justiça, no dia de amanhã, quando vieres ver o meu salário diante de ti; o que não for salpicado e malhado entre as cabras e negro entre as ovelhas, esse, se for achado comigo, será tido por furtado. Disse Labão: Pois sim! Seja conforme a tua palavra.”

Labão pensou: “vou me dar bem”.

Gn 30:35-37: “Mas, naquele mesmo dia, separou Labão os bodes listados e malhados e todas as cabras salpicadas e malhadas, todos os que tinham alguma brancura e todos os negros entre os cordeiros; e os passou às mãos de seus filhos. E pôs a distância de três dias de jornada entre si e Jacó; e Jacó apascentava o restante dos rebanhos de Labão. Tomou, então, Jacó varas verdes de álamo, de aveleira e de plátano e lhes removeu a casca, em riscas abertas, deixando aparecer a brancura das varas,”

Varas verdes: coração ensinável, disposto a aprender. Será que podemos descascar até a brancura aparecer?

Gn 30:38-39: “as quais, assim escorchadas, pôs ele em frente do rebanho, nos canais de água e nos bebedouros, aonde os rebanhos vinham para dessedentar-se, e conceberam quando vinham a beber. E concebia o rebanho diante das varas, e as ovelhas davam crias listadas, salpicadas e malhadas.”

Eu vou obedecer primeiro e depois descobrir o como. Há um tempo de formatação para o que Deus propõe em nossa vida. Quantos já descobriram seu chamado e não estão praticando? Temos muitos exemplos na bíblia de ministérios que não deram certo. Um alerta: começar todos começam, mas fomos chamados para continuar frutificando quando Deus já estiver nos prosperado. Somos ministros de uma nova aliança. Nós estamos na via da misericórdia e amor. Por onde eu for devo exalar o amor de Deus. Ser um braço de reconciliação levando outros ao Senhor. Fomos chamados para servir a Deus servindo às pessoas. Não fomos chamados para não fazer nada. Se estamos no corpo de Cristo e não fazemos nada, estamos ilegais.

Efésios 4:11 fala dos 5 dons ministeriais os quais Jesus concedeu:

Apóstolo / Profeta / Evangelista / Pastor / Mestre

1Co 12:28: “A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.”

Aqui aparece na ordem em que surgiu na igreja. É ordem de surgimento e não de importância.

Apóstolo / Profeta / Mestre / Operador de milagres – Evangelista / Dons de Curar – Evangelista / Socorros – os cinco dons ministeriais não podem fazer nada, se não tiverem o ministério de socorros que é um chamado universal. / Governo – Pastor.

Rm 12:4-8: “Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros, tendo, porém, diferentes dons segundo a graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé; se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo;

ou o que exorta faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria.”

Os nove dons espirituais.

1Co 12:8-11: “Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las. Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.”

Nove dons espirituais – capacitam ou identificam os dons ministeriais.

Há dons que:

Revelam – Palavra de sabedoria, palavra de conhecimento, discernimento de espírito.

Operam – dons de curar, operação de milagres, fé.

Falam – variedades de línguas, interpretação de línguas e profecia.

Is 11:1-2: “Do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes, um renovo. Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.”

Lc 4:18: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos,”

Já descobrimos que poucos são os que vão ocupar os cinco dons ministeriais. A patente mais alta é a de filho de Deus. Aprendemos que o chamado universal é o ministério da reconciliação, e o ministério de socorros. A mensagem não é mais importante que a preparação. Deus quer fazer pelo caminho que Ele construiu sobre nossa vida. No reino de Deus não cabe a nossa opinião. Deus já estabeleceu um padrão. Obedeça primeiro, depois descubra como. Estamos no ministério para estender o braço de misericórdia aos perdidos. O nosso padrão é Cristo. O maior caminho do engano é o da comparação. Os noves dons espirituais são as roupas que vestem cada dom ministerial. Os homens buscam

estratégias, Deus busca coração. Precisamos ser batizados na pureza do Senhor. Nós fomos chamados para sermos servos, ministros.

2Co 3:6: “o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.”

2Co 5:18: “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação,”

Independente das circunstâncias, eu tenho paz, alegria e segurança em Deus.

Jo 3:29: “O que tem a noiva é o noivo; o amigo do noivo que está presente e o ouve muito se regozija por causa da voz do noivo. Pois esta alegria já se cumpriu em mim.”

É muito importante sabermos nos relacionar com a noiva do Noivo. Agora, se eu abraço a consciência de ministro, eu passo a ser amigo do Noivo.

Lc 7:28: “E eu vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João; mas o menor no reino de Deus é maior do que ele.”

Qual era a função do amigo do noivo? Ele estava sendo confrontado desde o capítulo um do Evangelho de João. João diz: Eu sou amigo do Noivo.

Gn 24:1-3: “Era Abraão já idoso, bem avançado em anos; e o SENHOR em tudo o havia abençoado. Disse Abraão ao seu mais antigo servo da casa, que governava tudo o que possuía: Põe a mão por baixo da minha coxa, para que eu te faça jurar pelo SENHOR, Deus do céu e da terra, que não tomarás esposa para meu filho das filhas dos cananeus, entre os quais habito;”

O amigo do noivo. Aqui a tipificação em Eliezer. Ser amigo: sentar para ouvir. Um batismo de pureza. Os cinco dons ministeriais: Apóstolo, profeta, evangelista, pastor e mestre. O diabo quer quebrar os princípios da Palavra. Ele quer quebrar ligação de coração.

Quantos sabem que Jesus foi Apóstolo?

Hb 3:1: “Por isso, santos irmãos, que participais da vocação celestial, considerai atentamente o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Jesus,”

O Apóstolo é aquele que inaugura algo.

Mc 6:4: “Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra, entre os seus parentes e na sua casa.”

Jesus é reconhecido como Profeta.

Mt 9:35: “E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades.”

Mc 1:39: “Então, foi por toda a Galiléia, pregando nas sinagogas deles e expelindo os demônios.”

Jesus era evangelista.

Jo 10:11: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.”

Jesus era um pastor.

Jo 3:2: “Este, de noite, foi ter com Jesus e lhe disse: Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele.”

Jesus foi reconhecido como mestre. Qual a principal característica de um mestre? Ele ensina, mas Nicodemos reconhece um mestre pelos sinais. Um mestre é chamado para operar sinais. A plenitude da unção veio sobre Cristo. Nós temos que tocar nos cinco dons ministeriais, assim experimentamos da plenitude de Cristo. Uma igreja que não se movimenta pelos cinco dons ministeriais é uma igreja em falta. Ela não experimenta da plenitude de Cristo. Não há a menor possibilidade de crescermos espiritualmente, se nos isolamos. Precisamos aprender a receber dessas influências espirituais.

At 1:8: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.”

Jesus, antes de ser elevado aos céus, pede para que seus discípulos esperem o revestimento de poder. Dois tipos de unção em movimento no corpo de Cristo: a unção por dentro e a unção sobre. Unção por dentro: 2Co 1:21-22: “Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus, que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração.” O Espírito Santo vem habitar dentro de nós. O Espírito Santo é a própria unção de Deus.

Jo 20:22: “E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.”

É exatamente em João que os discípulos nascem de novo. O Espírito Santo vem habitar dentro.

Espírito Santo sobre: At 1:4: “E, comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual, disse ele, de mim ouvistes.” É a profecia de Joel que se cumpre no Pentecostes.

A unção é o meu relacionamento com o dom ministerial, com os dons do Espírito Santo. A unção sobre se manifesta em cura, profecia… A unção sobre se relaciona com as mãos do Senhor. Tem como fundamento dom e chamado. É fundamentada no que se faz. A unção dentro é um chamado de Deus para servir ao corpo. A unção dentro é para o meu crescimento. A unção vai ter prazer na compaixão para com o próximo. A unção por dentro tem prazer no próximo nível de santidade, se relaciona com a Presença, com a face do Senhor. Tem como fundamento a aprovação do Espírito. A unção da intimidade e comunhão. Ela é fundamentada no caráter de Cristo. Se nós só nos movimentamos com a unção sobre, sem a comunhão com o Espírito Santo, seremos fortes candidatos a sofrermos juízo da parte de Deus.

1Co 11:28-29: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.”

Paulo estava corrigindo a igreja de Corinto. Ceia é lugar de comunhão, mas o glutão estava indo na frente dos outros.

1Co 11:30: “Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem.”

As pessoas esfriam espiritualmente porque se relacionam com o corpo de Cristo de qualquer jeito. É um alerta para a pessoa que só se relaciona com a unção sobre. A pessoa não precisa de esforço nenhum para ela se mover. Existe ministro que, em pecado, flui debaixo da unção sobre. Precisamos olhar para um homem de Deus não pelo que ele faz com a unção sobre, mas como ele se move no fruto do espírito.

Gl 5:22-23: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.”

É um fruto, que é o amor, e atrelado a ele estão suas características. A unção por dentro leva tempo para ser desenvolvida. Quanto mais parecidos com o caráter de Cristo, mais crescimento estamos tendo.

Mt 3:17: “E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”

Deus aprova a conduta de Jesus. Até esse evento, Jesus não tinha operado nenhum sinal.

A aprovação de Deus: Jesus se relacionava com a unção por dentro.

Jesus levou 30 anos construindo um relacionamento com a unção por dentro. Jesus precisou viver todo o processo. Ele precisou estudar os textos bíblicos, os textos proféticos. Jesus precisou ser ungido.

Fomos chamados para servir com fidelidade, uma boa mordomia. Fidelidade é Deus me encontrar no lugar em que ele me deixou. Fidelidade é um coração disponível. Cristo é aquele que vai unir as pessoas para que sirvam uns aos outros.

1Tm 1:12: “Sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério,”

1Pe 4:10: “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.”

At 13:36: “Porque, na verdade, tendo Davi servido à sua própria geração, conforme o desígnio de Deus, adormeceu, foi para junto de seus pais e viu corrupção.”

At 20:24: “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.”

1Tm 1:1: “Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, pelo mandato de Deus, nosso Salvador, e de Cristo Jesus, nossa esperança,”

Paulo se apresenta: Apóstolo de Cristo segundo o mandato de Deus. Deus tem que aprovar nossos passos e escolhas.

1Tm 1:2: “a Timóteo, verdadeiro filho na fé, graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor.”

Paulo está endereçando a carta: Timóteo- verdadeiro filho da fé. Tem que haver ligação de coração. As instruções só fazem sentido, se partimos desse ponto: filho na fé.

1Tm 1:3: “Quando eu estava de viagem, rumo da Macedônia, te roguei permanecesses ainda em Éfeso para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina,”

Quando um pai espiritual identifica um filho, ele pode exigir o que não pediria a outras pessoas. Uma liderança só vai fazer determinado pedido, se o coração estiver conectado.

Quando o diabo percebe que não te domina mais pelo pecado, ele vai tentar te pegar pelo engano, pelas falsas doutrinas.

1Tm 1:4: “nem se ocupem com fábulas e genealogias sem fim, que, antes, promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé.”

Nunca ouça crítica construtiva de quem nunca construiu nada.

1Tm 1:5: “Ora, o intuito da presente admoestação visa ao amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia.”

Quando estiver nessa movimentação, verifique se há em você coração puro, consciência boa e fé sem hipocrisia.

1Tm 1:6: “Desviando-se algumas pessoas destas coisas, perderam-se em loquacidade frívola,”

Existem pessoas que abraçam esse tipo de conversação: roda de incredulidade.

1Tm 1:7: “pretendendo passar por mestres da lei, não compreendendo, todavia, nem o que dizem, nem os assuntos sobre os quais fazem ousadas asseverações.”

Pessoas se levantavam com tanta oratória, mas o coração é puro?

1Tm 1:12: “Sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério,”

Fidelidade é necessária.

1Tm 1:13-18: “a mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade. Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. Fiel é a

palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna. Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém! Este é o dever de que te encarrego, ó filho Timóteo, segundo as profecias de que antecipadamente foste objeto: combate, firmado nelas, o bom combate,”

Toda vez que seu pastor te confia um serviço, ele espera encontrar em você um filho. Você pertence a uma família da fé.

1Tm 1:19: “mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé.”

Bom combate: manter boa consciência. Não tem nada em matéria de estrutura que seja mais importante do que a igreja.

1Tm 3:1-6: “Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo.”

Essas são qualificações para se desenvolver um chamado. Se faz bem para a liderança, faz bem para todos que desejam uma vida saudável. Importante destacar que, com exceção de “apto para ensinar”, todas as outras qualificações se referem a comportamentos.

1Tm 4:11: “Ordena e ensina estas coisas.”

A Palavra são ordenanças para que possamos obedecer.

Sl 119:89: “Para sempre, ó SENHOR, está firmada a tua palavra no céu.”

1Tm 4:12: “Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza.”

É uma convocação a andar em motivação correta.

1Tm 4:13: “Até à minha chegada, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino.”

1Tm 4:14: “Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério.”

1Tm 4:15: “Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto.”

As pessoas vão ver nosso crescimento.

1Tm 4:16: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes.”

2Tm 2:1: “Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus.”

2Tm 2:1-2: “Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus. E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros.”

2Tm 2:3-6: “Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou. Igualmente, o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas. O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a participar dos frutos.”

Veja essas relações que o texto traz:

Soldado – sofrimento

Atleta – norma, regra

Lavrador – frutos

São atividades que se a pessoa não fizer nada, não tem conquista. Requerem disciplina, envolvimento de coração.

2Tm 2:7: “Pondera o que acabo de dizer, porque o Senhor te dará compreensão em todas as coisas.”

Eu só posso levar alguém a algum lugar, se eu já estive lá. Ministério universal para o lado de fora: reconciliação. Ministério universal para o lado de dentro: socorros.

Mt 28:16-20: “Seguiram os onze discípulos para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes designara. E, quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.”

Jesus vai marcar um encontro comigo. Ele marca um ponto de partida: “me encontre no lugar da obediência e lá eu revelo algo novo.”

Jo 8:29: “E aquele que me enviou está comigo, não me deixou só, porque eu faço sempre o que lhe agrada.”

Quem quer o mover, a presença de Jesus todos os dias, deve observar isto: esteja no monte da obediência. Compareça ao encontro marcado. Adoração é o próximo passo, adoração é o que vou fazer.

Mt 28:18: “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra.”

Há níveis de autoridade.

Lc 10:19: “Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada, absolutamente, vos causará dano.”

O nível de autoridade que Jesus compartilhou foi o nível em que Ele se movia como Filho, e por isso que Ele dizia frequentemente: o Pai me enviou… para provocar transformação na vida das pessoas, para fazer discípulos. Quantos hoje estão dispostos a se tornarem um discípulo? O discípulo é um aprendiz disciplinado. A disciplina nos leva ao lugar de obediência. São valores que precisam estar estabelecidos no nosso coração.

Mt 28:19-20: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.”

Mt 28:20: “Ensinem esses novos discípulos a obedecerem a todas as ordens que eu lhes dei. E lembrem-se disto: estou sempre com vocês, até o fim dos tempos”.”

A Bíblia nos apresenta uma ordenança: uma vida de discípulo. O discípulo gasta tempo com os fundamentos, com os princípios, com aquilo que rege uma vida de discipulado. Já percebeu que Jesus trazia revelações para quem é discípulo?

Mt 4:18-20: “Caminhando junto ao mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. E disselhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram.”

O discípulo tem uma característica: resposta rápida, ele se envolve rápido. Veja o quão desafiador foi: Jesus mandou largar tudo. Um discípulo obedece primeiro, depois descobre como.

Mt 4:19: “E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.”

Existem momentos em que Jesus diz: Vinde a mim todos os que estão cansados – convite a salvação. Todas as vezes que o convite é para um discipulado, Ele diz: Vinde após mim.

Lc 14:25-26: “Grandes multidões o acompanhavam, e ele, voltando-se, lhes disse: Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.”

Jesus está dizendo da possibilidade de alguém se converter e ser tirado de perto da família. Existem decisões que não são fáceis, mas são necessárias. Deus marca encontro no monte da obediência. Aqui era a possibilidade de alguém entrar para um discipulado.

Lc 14:27: “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.”

Deus nos convida a um nível de discipulado maior com ele.

2Tm 4:9: “Procura vir ter comigo depressa.”

2Tm 1:13: “Mantém o padrão das sãs palavras que de mim ouviste com fé e com o amor que está em Cristo Jesus.”

2Tm 1:13-14: “Apegue-se, com fé e amor em Cristo Jesus, ao modelo do ensino verdadeiro que aprendeu de mim. Pelo poder do Espírito Santo que habita em nós, guarde a verdade preciosa que lhe foi confiada.”

Não existe maneira melhor de honrar aqueles que confiam em nós do que considerar os ensinos que nos foram depositados. Manter o padrão da Palavra. Coração de discípulo carrega gratidão.

2Tm 2:1-6: “Meu filho, seja forte por meio da graça que há em Cristo Jesus. Você me ouviu ensinar verdades confirmadas por muitas testemunhas confiáveis. Agora, ensine-as a pessoas de confiança que possam transmiti-las a outros. Suporte comigo o sofrimento, como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado se deixa envolver em assuntos da vida civil, pois se o fizesse não poderia agradar o oficial que o alistou. O atleta não conquista o prêmio se não seguir as regras. E o lavrador que trabalha arduamente deve ser o primeiro a colher o fruto de seu esforço.”

2Tm 2:1-6: “Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus. E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e idôneos para instruir a outros. Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou. Igualmente, o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas. O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a participar dos frutos.”

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